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Os benefícios da natação para os nossos filhos


hoje vamos falar mais sobre os benefícios da natação para as crianças.
Com a palavra, a nossa super parceira pediatra, Dra. Danielle Negri. Texto ótimo e mega completo sobre a importância da prática da natação na infância! Excelente esporte para o corpo e para a saúde dos nossos filhos! Vale a pena ler!

Os Benefícios da Natação para os Bebês 
Os primeiros nove meses da vida de qualquer pessoa são imersos em um ambiente predominantemente aquático. Os bebês já estão adaptados ao meio líquido desde a gestação e são capazes de executar diversos movimentos natatórios, demonstrando uma série de reflexos comuns na primeira infância. Tudo através de estímulos estereoceptivos, ou seja, atividades que busquem facilitar o desenvolvimento dos órgãos sensoriais das crianças, como o tato, a audição, o olfato e a visão. O que cada vez mais pais estão descobrindo é que prolongar a sensação de proteção da água quentinha pode colaborar para a saúde e o desenvolvimento das crianças.
São inúmeros os benefícios que a natação proporciona aos bebês, como:
  • Melhora a coordenação motora;
  • Proporciona noções de espaço e tempo;
  • Prepara a criança psicologicamente e neurologicamente para o auto salvamento;
  • Estimula o apetite;
  • Aumenta a resistência cardio respiratória e muscular;
  • Tranquiliza o sono;
  • Previne várias doenças respiratórias.

Um dos momentos mais importantes na natação é o exercício constante que se faz com os pais. É a inteligência emocional que através de atividades específicas, faz uma aproximação entre todos os bebês, seus familiares e o professor. Esse contato é de extrema importância para o desenvolvimento afetivo, já que sabe-se que o controle emocional é basicamente formado aos 02 anos de idade.
A natação para bebês faz parte fundamental de estudos da psicomotricidade e através do seu conceito que faz-se todo o planejamento. O ideal é que a musicalidade também faça parte das aulas, pois estimulam a memória e aumenta o vocabulário significativamente.
Quer mais motivo para matricular seu filho na natação? Além de se divertir na água e trabalhar o sistema respiratório, ele também aprende a ter um melhor equilíbrio e desenvolvimento motor.
Quando entrar na natação? Se você já está imaginando seu bebê dando cambalhotas na água, saiba que o mais indicado é esperar ele completar 6 meses, apesar da pesquisa mostrar resultados com crianças mais novas. Nessa fase, o conduto auditivo (parte do ouvido), que até então era reto, forma uma curvatura, dificultando a entrada da água e reduzindo as chances de infecção.
Outro motivo para aguardar é que o bebê já vai estar imunizado contra alguns agentes e terá mais postura. Soma-se ainda o desenvolvimento do sistema motor e respiratório do bebê.
Os ambientes devem ser preferencialmente climatizados (piscina, corredor e vestiário têm de ter a mesma temperatura, em torno de 32°). Objetos coloridos, em diferentes formatos e texturas, ajudam no aprendizado. Por fim, veja se as aulas são divididas por faixas etárias. Não se preocupe com a fralda: já existem modelos de várias marcas que ficam encharcados sem riscos de vazamentos.
Outro cuidado é com o cloro. O ideal é limitar o tempo de exposição da criança à piscina e certificar-se de que a escola utiliza o mínimo de cloro possível na água. O cloro pode ser prejudicial devido ao risco de alergia. E é comum a criança que nada ter mais infecções, como otite.
As fases da natação infantil:
  • De  0 a 8 meses: no final desse período, o bebê consegue boiar.
  • De 9 a 14 meses: aprende a se direcionar, flutua de bruços e procura as bordas para sair da piscina.
  • De 15 a 24 meses: a criança controla bem os movimentos e já muda de direção enquanto nada.

As aulas de natação devem ser orientadas por um professor especializado e pelos pais, e a primeira aula deve durar cerca de 10-15 minutos, aumentado depois para 30 minutos. As aulas não devem durar mais que 30 minutos porque o sistema de regulação de temperatura do bebê ainda não se encontra bem desenvolvido e a sua capacidade de atenção ainda é mínima.
DICAS PARA AS AULAS DE NATAÇÃO DO BEBÊ
Na natação para bebês, é recomendado o bebê usar fraldas especiais, que não incham ou vazam na água, facilitando os movimentos, contudo, elas não são obrigatórias. Além disso, o bebê não deve ser alimentado até 1 hora antes da natação e não ir às aulas de natação quando estiver doente ou com resfriado.
O bebê pode mergulhar na piscina com a presença do professor, mas só depois de 1 mês de aulas de natação. Os óculos de natação só são recomendados a partir dos 3 anos de idade.
O uso de tampões auriculares pode causar eco e assustar o bebê, usar com cuidado.
É normal o bebê se assustar na primeira aula. Para o ajudar, os pais podem fazer brincadeiras com o bebê durante o banho para ele se acostumar com a água.
A recomendação mais importante antes de matricular o seu bebê na natação é levar ao pediatra para ele avaliar se o bebê pode frequentar as aulas, garantindo que ele não possua nenhum problema respiratório ou de pele que possam agravar com a natação.

Natação para os bebês

Por : BabyGadita
segunda-feira, 2 de março de 2015
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Começamos hoje mais uma série de postagens semanais, desta vez de videos produzidos pela Danone nos mostrando a vida do bebê por etapas. Recomendamos, muito boa essa série de vídeos.


Saiba mais sobre a vida do bebê de 0 a 3 meses.

O objetivo deste vídeo é apresentar uma visão geral de características observadas em bebês desta faixa etária. É importante ressaltar que cada bebê é único e o ritmo de desenvolvimento pode variar bastante de um bebê para o outro. Bebês e crianças saudáveis podem chegar a um marco de desenvolvimento mais cedo ou mais tarde do que a média apresentada neste vídeo. Se você tiver alguma dúvida sobre o desenvolvimento do seu filho, consulte um profissional de saúde para obter orientação.

Clique aqui e acesse nosso canal no YouTube.

Bebês de 0 a 3 meses

Por : BabyGadita
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015
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Mais um post da série “A vida do Bebê”

TERCEIRO MÊS DO BEBÊ
Com 3 meses, a interatividade que começou no mês passado agora é mais intensa, assim como a relação mãe e filho, que reconhece a mãe, balbucia e sorri para ela, chegando a gargalhar (delícia, né!?!).
Por outro lado, sabe aquele choro de partir o coração? A partir do terceiro mês o coração fica ainda mais apertado, pois as glândulas lacrimais já estão desenvolvidas e o choro passa a ser acompanhado de lágrimas!
É nessa fase que os reflexos são substituídos pela vontade, revelando controle cerebral. E agora os passeios são realmente importantes, quanto mais o seu bebê olha e conhece coisas novas, mais ele se desenvolve!
Veja o que pode ser observado e estimulado neste mês:
1. Bebê já é capaz de demonstrar evolução motora através do maior controle da cabecinha, consegue mantê-la levantada quando deitada de bruços. Para estimular essa sustentação converse com seu pediatra sobre deixar seu filho de bruços todos os dias, sempre quando você estiver ao lado, serve como uma espécie de exercício para ele melhorar esse controle.
2. Ele passa a fazer movimentos espontâneos, não apenas bruscos e impulsivos como antes. A repetição de determinados movimentos demonstra que ele está prestando atenção no que faz.
3. Abrirá um sorrisão a distância de aproximadamente 25cm quando provocado com gestos ou palavras. Já é capaz de combinar sentidos de visão e audição.
4. Ouvindo muito “Angu” por aí? Seu filhote deve balbuciar um monte aos 3 meses, é muito gostoso!
Curta muito todas as fases e a evolução do seu filho, porque o tempo passa muito rápido! Lembrando sempre que cada bebê é diferente um do outro e tem o seu próprio ritmo de desenvolvimento né… Se você sentir alguma insegurança quanto à evolução do seu filho, consulte o pediatra.
*Informações baseadas no Livro “A vida do Bebê” de Rinaldo De Lamare.

A vida do bebê - 3º mês

Por : BabyGadita
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Nos primeiros dias de vida do bebê, os novos pais e mães precisam ter cuidados especiais com banho, umbigo e amamentação. Saiba quais neste vídeo. Por veja.com

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Cuidados recém nascido

Por : BabyGadita
domingo, 15 de fevereiro de 2015
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Calendário de vacinação infantil recém nascidos aos 9 anos

Post super, ultra, mega importante! Levar os filhos regularmente ao pediatra e seguir as vacinas indicadas para cada idade são medidas fundamentais para o desenvolvimento saudável dos nossos pequenos. Mas que vacinas são essas e quando devem ser tomadas? São tantas doses e nomes complicados que acabamos ficando confusas, né?

O Calendário Básico de Vacinação é definido pelo Programa Nacional de Imunização e pela Sociedade Brasileira de Pediatria. Corresponde ao conjunto de vacinas consideradas de interesse prioritário à saúde pública no Brasil. As vacinas são compostas de parte de vírus ou bactérias ou ainda pelo próprio vírus ou bactéria mortos ou enfraquecidos, fazendo com que o nosso organismo produza defesa contra eles.
Para facilitar e organizar todas as vacinas e doses, montamos um calendário de vacinação lindinho pra vocês! Vejam a tabela abaixo:


Abaixo seguem as informações detalhadas que a Dra. Adrianne Brandão Pozzato, do Hospital Miguel Couto, no RJ, nos passou sobre cada vacina.
BCG
Confere proteção contra a Tuberculose. Deve ser aplicada em dose única, mas é recomendada uma segunda dose, quando após seis meses, não se observar a cicatriz no local da aplicação.
HEPATITE B 
A primeira dose deve ser aplicada nas primeiras 12 horas de vida, a segunda dose com 1 ou 2 meses de vida e a terceira dose aos 6 meses de vida. A partir de 2012, o Programa Nacional de Imunização (PNI) incluiu a vacina da hepatite B às vacinas de tétano, coqueluche, difteria e Haemophilus influenzae tipo b sendo conhecida como pentavalente.  Os nascidos com peso <2 Kg ou com idade gestacional < 33 semanas, devem receber 4 doses da vacina com 0-1-2 e 6 meses.
DTP/ DTPa
Essa vacina protege contra a difteria, tétano e Pertussis-coqueluche. É conhecida como Tríplice  Bacteriana. A DTP é feita de células inteiras sendo eficaz e bem tolerada mas quando possível, aplicar a DTPa (acelular) por apresentar menos reação.
Os reforços são indicados a cada 10 anos, sendo o  primeiro preferencialmente com a  DTPa.
PÓLIO
As duas primeiras doses devem  ser do tipo inativada (IPV). As doses subsequentes devem ser preferencialmente  com a vacina pólio oral (VOP). Recomenda-se que as crianças com menos de 5 anos de idade recebam a vacina oral nos dias Nacionais de Vacinação, desde que tenham recebido 2 doses de vacina inativada.
PNEUMOCÓCICA CONJUGADA
A vacina é recomendada para todas as crianças até 5 anos de idade em 3 doses no primeiro ano de vida (2,4 e 6 meses) e um reforço aos 15 meses de vida. Crianças saudáveis que fizeram as 4 primeiras doses com a vacina 7 ou 10 valente, podem receber uma dose adicional da vacina 13 valente até os 5 anos de idade. Os que apresentam risco elevado de doença pneumocócica invasiva entre 2 e 18 anos devem receber  uma dose adicional da vacina 13 valente e a vacina pneumocócica polissacarídica 23 valente, mesmo que tenham recebido a conjugada pneumocócica anteriormente, com intervalo mínimo de 2 meses entre as doses.
MENINGOCÓCICA  CONJUGADA
Recomenda-se 2 doses da vacina contra Meningococo C conjugada no primeiro ano de vida  e um reforço entre 12 e 18 meses de  idade. Após os 12 meses a vacina deve ser aplicada em dose única. Em função da rápida perda de proteção , recomendamos um reforço,aos 5 anos de idade,com a meningocócica C conjugada e um segundo reforço  preferencialmente com a meningocócica A/C/Y/W135 com 11 anos.
ROTAVÍRUS
Existem duas vacinas disponíveis. A monovalente deve ser administrada em 2 doses sendo a primeira aos 2 meses e a segunda aos 4 meses. O intervalo mínimo entre as doses é de 4 semanas. A pentavalente deverá ser administrada em 3 doses, aos 2-4 e 6 meses, com intervalo mínimo de 4 semanas entre as doses.
FEBRE AMARELA
Está indicada para os residentes e viajantes para áreas endêmicas a partir dos 9 meses. A vacina não deve ser administrada no mesmo dia que a tríplice viral. O intervalo entre elas deverá ser de 30 dias.
SARAMPO, CAXUMBA,RUBÉOLA E VARICELA  ( VACINAS  TRÍPLICE  VIRAL –SCR  E QUÁDRUPLA VIRAL- SCRV, VARICELA    
Aos 12 meses deverá ser feita a primeira dose da tríplice viral e varicela separadamente ou a quádrupla viral. Aos 15 meses deverá ser administrada uma segunda dose, preferencialmente com a quádrupla viral, com intervalo mínimo de 3 meses da última dose de varicela e SCR ou SCRV. A vacina varicela em dose única é eficaz para prevenir formas graves da doença, mas é sugerida uma segunda dose da vacina pela possibilidade de ocorrência de formas leves nos que receberam apenas uma dose.
INFLUENZA
Está indicada para todas as crianças dos 6 meses aos 5 anos de idade e também a todos com mais de 6 meses e adolescentes com fatores de risco . Protege contra a gripe. A vacina deve ser feita anualmente, por ser uma doença sazonal, e antes do período de maior prevalência da gripe.
PAPILOMAVÍRUS HUMANO
Existem duas vacinas diferentes para a doença que é sexualmente transmissível. A vacina bivalente  (16,18) indicada, em três doses, para meninas de 10 a 25 anos sendo a segunda dose 1 mês após a primeira e  a terceira dose 6 meses após a primeira. A vacina quadrivalente ( 6,11,16,18) indicada para meninas e meninos de 9 a 26 anos, em três doses, sendo a segunda dose 2 meses após a primeira e a terceira dose 6 meses após a primeira.
VACINA HEPATITE A
São preconizadas 2 doses com intervalo de 6 meses , sendo aos 12 e 18 meses de vida.
VACINA HAEMOPHILUS INFLUENZAE TIPO B
A vacina deve ser aplicada em dose única nos indivíduos que apresentam risco elevado para doença invasiva causada pelo Hib, como asplenia (ausência do baço ) ou nos imunossuprimidos.
ATENÇÃO!! Antes de vacinar seu filho, sempre consulte o pediatra. O Calendário de Vacinação Infantil é revisto frequentemente e pode mudar a qualquer momento.

Calendário de vacinação

Por : BabyGadita
sábado, 14 de fevereiro de 2015
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Lembram que falamos em um outro post aqui do blog sobre o desenvolvimento do primeiro mês do bebê, com base no livro “A Vida do Bebê”, do De Lamare? Hoje vamos ver as características mais comuns no segundo mês de vida e como é possível estimular o desenvolvimento dos bebês nessa etapa.
Aos 2 meses, o bebê já é mais ativo, observa muito, começa a sorrir e interagir. São novas conquistas a cada dia! Vejam as principais mudanças:
SEGUNDO MÊS DO BEBÊ
Evolução motora: Mantém a cabeça constantemente para trás. Se for colocado de bruços, levanta o queixo por alguns momentos.
Comportamento emocional: Já é possível perceber os primeiros sinais de satisfação, excitamento, alegria ou angústia através da sua expressão. Fica movimentando as pernas como se estivesse pedalando e se contorcendo todo para mostrar alegria.
Progresso na linguagem: Alguns sons começam a ser emitidos: ah…he…hu
Comportamento pessoal e social: Começa a ameaçar discreta reação física.
Desenvolvimento da inteligência: Algumas sinalizações são positivas, entre elas:
  • Virar a cabeça ao escutar um ruído – Fique fora do alcance da vista do bebê e faça um ruído. Será suficiente para que ele logo vire a cabeça.
  • Fita os olhos na luz – Entre 1 e 4 meses o bebê descobre a luz e fica fascinado pelas cores fortes como vermelho e amarelo. Ao colocar uma lanterna a meio metro de distância do bebê ele fixa os olhos na mesma por longo tempo.
  • Acompanha objetos que se movem – O bebê segue objetos entre 15 cm e 20 cm de distância, experimente aproximar e afastar do bebê um objeto.
  • Tranquiliza-se ao escutar voz suave – Se o bebê estiver chorando por mau humor, a suavidade da voz pode ser um instrumento poderoso.
  • Esboço de reação física – O bebê ainda não conseguirá se livrar caso uma fralda seja colocada em seu rosto, mas já fará movimentos incompletos com essa finalidade.

Curta muito todas as fases e a evolução do seu filho, porque o tempo passa muito rápido! Lembrando sempre que cada bebê é diferente um do outro e tem o seu próprio ritmo de desenvolvimento né… Se você sentir alguma insegurança quanto à evolução do seu filho, consulte o pediatra.

A vida do bebê - 2º mês

Por : BabyGadita
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015
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O que esperar de cada fase do seu bebê? Como estimular o desenvolvimento do recém-nascido?
O pediatra Rinaldo Victor de Lamare é autor do livro A vida do bebê, que já vendeu mais de cinco milhões de exemplares desde sua primeira edição em 1941. O livro é um item sagrado para mamães de primeira viagem! Por isso, vamos usá-lo como base e inspiração para uma série de posts aqui no blog sobre o comportamento dos bebês nos primeiros meses.
Esperamos que gostem e seja útil! Para quem quer ter o “manual” completo em casa, o investimento vale cada centavo e pode ser passado de geração em geração.
PRIMEIRO MÊS DO BEBÊ
Evolução motora: É atraído por objetos brilhantes. Tem maior interesse por fisionomia humana do que por objetos.
Comportamento emocional: Protesta, chora, devido à dor, fome ou desconforto. Costuma fixar seus olhos na mãe em resposta ao sorriso. Já reconhece cheiro da mãe. No primeiro mês de idade já é possível verificar sinais de inteligência nos bebês. E alguns sinais indicam isso, veja como testá-los:
  • Agarrar o que alcança: Ao colocar o dedo indicador na palma da mão aberta do bebê, ele rapidamente fecha a mão agarrando o dedo.
  • Tranquilidade com ruídos leves: O bebê choroso se acalma ao ouvir som suave constante e já pode reconhecer as vozes do pai e da mãe.
  • Fitar momentaneamente a luz fraca: Ao colocar o bebê em um quarto escuro com luz de pouca intensidade a cerca de 1 metro de distância de seus olhos ele olhará a mesma por alguns segundos.

Observações:
Cor dos olhos e cabelos - a cor castanha dos olhos do bebê deverá ficar por toda a vida, mas se forem azulados isso poderá mudar mais tarde, provavelmente no segundo semestre. Assim como os cabelos, se forem pretos ao nascer poderão ficar louros no 3° ou 4° mês.
Lanugem - é o nome médico para o excesso de pelos comum no recém-nascido. Desaparecem definitivamente ao redor do 4° mês.
Choro insistente - está relacionado a sensação de dor (fome, cólica, dor de ouvido, dor de cabeça, mal estar devido à febre).  Não costuma ser sede pois esta causa mais inquietude e agitação do que choro.
Última e não menos importante obs. - desde o primeiro mês o bebê adora que a mãe converse com ele. Coloque em prática!!!
Lembre-se que cada bebê é único e tem o seu próprio ritmo de desenvolvimento. Se você sentir alguma insegurança quanto à evolução do seu filho, consulte o pediatra.

A Vida do Bebê – 1º Mês

Por : BabyGadita
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015
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